terça-feira, 24 de agosto de 2010

Salve! Oh Deusa Lua

Lua

Nasce a noite iluminada pela Lua Cheia
E no íntimo sentimos sua misteriosa presença
Luz prateada enfeitiçando a meia noite e meia
Brilhando sobre a imensidão de cada crença

Lua Cheia de adversidades
Dos que vagueiam pelas veredas das sombras
Dos seres vazios pedintes de prosperidades
Dançam seus sonhos e ilusões sobre as alfombras

Lua Cheia dos lunáticos insanos
Das suas lágrimas caem estrelas sobre mim
Sobre os véus dos meus desejos humanos
Da maestria dos segredos não sairão até o fim

Lua Cheia dos poetas românticos
Dos amantes boêmios e eternos namorados
Assinalando a força dos poderes quânticos
Unindo as almas e os corações apaixonados

Lua Cheia dos ciclos e nascimentos
Gravitacional é o seu poder sobrenatural
Daqueles que possuem os conhecimentos
Mas sua magia é um fenômeno transcendental.

Flores e Luz.

(Autora: Helen Dante)

11 comentários:

Cora disse...

Belíssimo!
Belíssimo!

Boa semana querida Mônica!

Isadora disse...

Minha amiga me impressiona a forçca que a Lua Cheia tem e tudo o que carregamos quando ela se aproxima e chega poderosa e majestosa ao céu. De certo que mexe com conosco. Fato!
Um beijinho e espero que esteja tudo bem com você.
Beijos

ESpeCiaLmente GaSPaS disse...

E que linda ela estava ontem à noite :))

orvalho do ceu disse...

Olá,
A lua, de fato, inspira os mais nobres sentimentos...
Merece muitos e muitos poemas...
Boa tarde e serenidade pra vc escreverr coisas lindas assim.
Abraços fraternos

Jacky Simionato disse...

Ei flor, lapis azul é muito lindo mesmo, né?
Já usei muuito quando era mais nova tbm =D

ps:Estou participando de um concurso e gostaria muito que votasse em mim, seu voto será de grande ajuda =D
O voto está na barra a direita do blog
http://belabeaute.blogspot.com/2010/08/enfim-as-05-finalistas-do-projeto.html

beejo beejo

j maria castanho disse...

as libações da espera meditam comigo


Com o destino traçado pelas vinte estrelas de Tique me disse Dice
As rosas, lírios, violetas, íris, jacintos e narcisos atapetam-lhe o chão
E cré com cré, lé com lé, nos losangos do centro do corpo humano
Coração e ventre nos vértices se unem, ondeiam, oscilam e dançam
Com precisão imaculada o fumo serpenteia a evolar-se das fornalhas
Enquanto na cella espero instruções da Mestra Sacerdotisa contemplo
É maior o meu respeito se na libação executo o mister da concentração
Recatado estou perante ti, ó divina feita mulher por cuja sede me meço
E teço exemplo sem ilusão mas que com a arte exímia exerço e adestro
Que a honra seja trinta e seis vezes superior à de qualquer outro escriba
Pois servir-te é merecer teu afago e desfrutar de tua vista e fala e sentir
E estar enlevado na partilha do fumo celeste pelo mesmo bocal leonino
E saber a luz que há na voz e escutar teu canto pelas minhas argilas lido
Minhas placas de alabastro esculpidas no estilete do rigor de tua ordem.

Quando a Lua cheia de teu nome transforma o sonho em vida real o rio
Devolve ao céu a tua silhueta de alambre e ambrosia que nele mais és
Mais ondulas e abrilhantas espigas e cintilas nas verdes folhas da hera
Essa que teceu a rede onde foram aprisionados os titãs primitivos infiéis
Masmorra dos descrentes a quem nunca será dada honra de argonauta
Nunca poderão negociar nem viajar entre o céu e a terra nem venerar-Te
Mesmo que suas raízes nasçam nos témenos que sejam tua propriedade
Pois nunca delas a flor brotará nem o ciciado murmúrio das ocarinas
Eflúvios chamamentos suspirados entre sonhos do mel apreciado bebo
Sorvo lânguido do bocal sobre o qual antes teus lábios disseram prece
E nada fica agora que obstrua a cristalina seiva do ser no libado vigor.

Estrela Inanna ladeia teu sucumbir perante a luz de Arina se amanhece
Porém não há batalhas divinas mas respeito e contemplação ordenada
Que quando Arina elucida todas e todos, ar, fogo, terra, água obedece
E lúcida é a alma que sabe e reconhece ser seu mister e a quem pertence
A voz rasga os véus e sopra vontades aos ouvidos acautelados e fiéis
Que ao oficio de dizer é inerente o acto se a fala no nome apenas se exala
E inala Inanna os eflúvios do meu pote enquanto espero se Shara chama.

A chama que é Shara e aquece o Lar pernoita também quando Arina dita
Sua cor aos quatro cantos do mundo pois o canto é luz de quem acredita.

jana-arts disse...

Oi Mônica,

Amo a lua cheia, ela é linda.
Muito bonita esta poesia.

Obrigada você é um doce.

beijo no coração.

Vendas Mary kay Fortaleza disse...

adoreitudo por aqui

seu blog é show

bjoss

Veronica Kraemer disse...

Mo querida, que lindo poema!!!
A lua mexe demais comigo, você não tem noção!!!
E esta semana estava muito linda, não?
Beijosssssssssssss com saudades
Vero

Anônimo disse...

Il semble que vous soyez un expert dans ce domaine, vos remarques sont tres interessantes, merci.

- Daniel

Mônica - Sacerdotisa da Deusa disse...

Obrigada a todos que por aqui passaram deixando seu perfume.
Beijinhos.

Flores e Luz.